“Pastor” é solto em audiência de custódia após invadir igreja e ameaçar esposa em Cosmópolis
Homem de 42 anos foi detido após interromper um culto na Congregação Cristã do Brasil

Da redação
O homem de 42 anos detido após invadir uma igreja da Congregação Cristã do Brasil, em Cosmópolis, e ameaçar a própria esposa, foi liberado após passar por audiência de custódia, realizada nesta semana.
Ele se apresenta como “pastor” de uma igreja da Assembleia de Deus, localizada no bairro Cidade Alta, e havia sido detido pela Guarda Municipal após causar tumulto durante um culto religioso no bairro Campos Sales.
Relembre o caso
Conforme noticiado pelo Portal ON, o homem teria invadido o templo da Congregação Cristã do Brasil motivado por indignação com o batismo religioso da esposa, realizado sem o seu consentimento, segundo alegou. Testemunhas afirmaram que ele entrou exaltado no local, interrompeu a atividade religiosa e chegou a invadir um banheiro feminino à procura da mulher, gerando pânico entre as fiéis.
Ainda segundo os relatos, o suspeito teria proferido frases ameaçadoras, afirmando que “iria pegá-la”, o que levou as testemunhas a acionarem a Guarda Municipal.
A esposa foi localizada e encaminhada à delegacia, acompanhada por outras cinco mulheres que presenciaram os fatos. Na unidade policial, ela formalizou representação contra o companheiro, relatando um histórico de ameaças e agressões anteriores.
Audiência de custódia e liberação
Após ser apresentado à Justiça, o homem passou por audiência de custódia e foi colocado em liberdade, conforme decisão judicial. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre eventuais medidas cautelares, como afastamento da vítima ou restrições de contato.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que irá apurar as circunstâncias da invasão, as ameaças relatadas e o histórico de violência mencionado pela vítima.
Atenção à violência doméstica
Casos de ameaça e intimidação dentro ou fora do ambiente religioso reforçam a importância da denúncia e da atuação das autoridades. Mulheres que se sentirem ameaçadas podem procurar a polícia ou acionar o Disque 180, canal nacional de apoio à mulher.
O Portal ON segue acompanhando o caso.
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