26/08/2025

Mostra de Paisagismo da Expoflora 2025 apresenta 18 ambientes que unem arte, memória e natureza

Profissionais transformam flores e plantas em cenários afetivos, sustentáveis e inovadores que convidam à contemplação, ao bem-estar e à redescoberta da simplicidade do viver

Da redação

A Mostra de Paisagismo da Expoflora 2025 vai florescer em 18 cenários únicos, onde profissionais transformam plantas e flores em poesia do cotidiano. Sustentabilidade, afeto, inovação e bem-estar se entrelaçam, revelando a natureza como protagonista de lares, espaços urbanos e áreas de convivência.

Cada jardim é convite à reflexão e à emoção: há espaços que evocam a casa da avó, outros que celebram a infância livre, cenários que unem arte e paisagismo, recantos de saúde, descanso e reconexão. Há um resgate das memórias afetivas.

Mais que tendências, a Mostra reafirma o paisagismo como expressão de identidade e cuidado com o planeta — com espécies nativas, materiais reaproveitados e arranjos tropicais que inspiram novos olhares para nossos espaços. A proposta é revelar o quanto a própria natureza é artista.

Natureza em Exposição: Obras-Primas Vivas

Novidade desta edição, o espaço transforma flores e plantas em peças de arte. ‘spots’ de luz (emitem um facho de luz direcionado, destacando objetos específicos) e molduras douradas revelam a natureza como verdadeira artista: criadora de formas, cores e texturas em constante movimento. Cada espécie é um quadro vivo, uma obra única que embeleza e transforma a vida de quem a acolhe. A proposta é revelar o quanto a própria natureza é artista.

 Ambiente 01 – Um jardim de memórias: o aconchego da casa da avó!!

Como o aroma do café pela manhã, o ambiente das irmãs Pezotti envolve lentamente os sentidos. Entre folhagens tropicais, móveis artesanais e recantos escondidos, revela-se um refúgio que convida à contemplação e ao encanto do simples. Um passeio entre o real e o imaginário.

Texturas rústicas, cerâmica, madeira e peças artesanais dialogam com o verde exuberante, criando uma atmosfera de descoberta em cada curva. Jiboias, samambaias, bananeiras, costelas-de-adão, orquídeas, antúrios e palmeiras reforçam o clima tropical e acolhedor.

Mais que beleza, o espaço inspira práticas acessíveis: arranjos em vasos, combinações de texturas e detalhes rústicos que qualquer lar pode acolher. O destaque é o cantinho do café, símbolo de pausa e autenticidade, que conecta a memória da família Pezotti à simplicidade do viver.

Um projeto que valoriza tendências que unem paisagismo imersivo, camadas vegetais e integração com a realidade local. Caminhos, recantos e arranjos foram criados para provocar a sensação de descoberta.

Aqui, cada detalhe é um convite a desacelerar, sentir e ouvir os segredos que a natureza sussurra magicamente no cotidiano.

Ambiente 02 – Espaço Cheio de Mistério!

Como o aroma do café pela manhã, que espalha por toda a casa, o espaço das irmãs Pezotti envolve lentamente, despertando curiosidade a cada curva, planta e arranjo escondido entre folhagens tropicais.  Rodeado de texturas rústicas e móveis artesanais, o ‘canto do café’ convida a desacelerar, contemplar e redescobrir o encanto da simplicidade. É voltar no tempo e passear entre o real e o imaginário, que sussuram segredos do dia a dia.

Caminhos e recantos foram criados revelando uma paisagem imersiva com camads vegetais e integração com a realidade local. A atmosfera é reforçada pelo uso de cerâmica, móveis rusticos em madeira, porcelanato e peças artesanais dialogam com o verde abundante e a luz acolhedora, reforçando o clima tropical, misterioso e aconchegante.

Jiboias, samambaias, bananeiras ornamentais, costelas-de-adão, orquídeas, antúrios e palmeiras completam o cenário. O destaque é o cantinho do café, que convida à pausa, à contemplação e à autenticidade da vida no campo.

Stellamaris, arquiteta e Ester Pezotti, designer de interiores, esperam que cada visitante sinta, desacelere e se conecte ao essencial: a natureza, a simplicidade e a magia do cotidiano.

Ambiente 03 – Um refúgio afetivo onde a natureza entra pela janela!

Assinado por Danilo Pagani Gürtler, este espaço é poesia feita de barro, palha e verde. Entre memórias e mãos que constroem, ocorre a mistura do design biofílico com a ternura do “faça você mesmo”. O verde domina, o bege acolhe, o terracota aquece — cores que respiram harmonia (estudo cromático baseado na regra 60-30-10: 60% verde, 30% bege e 10% terracota).

Piso drenante, móveis de formas orgânicas e espécies tropicais como helicônia, alpínia e guaimbê revelam um jardim sustentável, exuberante e enraizado na cultura brasileira.

O grande destaque é a parede de revestimentos, erguida pelo arquiteto junto de familiares e amigos — um gesto que transforma matéria em memória, espaço em afeto.

Mais que cenário, o ambiente é convite a criar recantos simples e vitais, onde natureza e vida caminham lado a lado.

Ambiente 04 – Encantos da Roça!

Marisa Trippia transforma memórias rurais em poesia visual. Cabaças viram arte, rodas de carro de boi ganham alma, panelas de barro se tornam relicários de lembranças. A tela da menina que pinta flores – símbolo de esperança e beleza –  anuncia a mensagem do espaço: “colorindo sua vida, ela floresce”.

Entre kalanchoes, alpínias e dracenas, a simplicidade do campo renasce como gesto criativo. Cada objeto carrega afeto e lembrança, cada detalhe é bordado com terra e flores.

Mais que um jardim, Encantos da Roça é convite à alegria de viver, à integração com a natureza e à descoberta de que a beleza pode nascer do simples — quando mãos e coração criam juntos.

Ambiente 05 – Jardim Encantado!

Com o olhar sensível de Swenne Dragstra, o Jardim Encantado mostra que beleza cabe em qualquer quintal. Entre plantas fáceis de cuidar, pinheiros reciclados e cataventos coloridos que dançam com o vento, o espaço une o lúdico ao sustentável.

O Viraflor, símbolo da leveza e do movimento, reina com alegria simples. Mais que um jardim bonito, é uma ideia possível: transformar pequenos cantos em refúgios de poesia, com criatividade e carinho.

Aqui, arte, natureza e simplicidade giram juntas, inspirando cada visitante a levar para casa não só encantamento, mas também possibilidades reais de bem-estar no dia a dia.

Ambiente 06 – Harmonia ao Ar Livre!

Neide Tobias, paisagista e Carla Dadazzio, arquiteta e paisagista, assinam um refúgio verde onde pessoas e natureza se encontram natural e acolhedoramente em perfeita sintonia. Entre folhagens tropicais e flores vibrantes, o jardim pulsa frescor, movimento e vida.

Móveis em madeira e fibras naturais criam recantos de convivência e contemplação: a mesa central para partilhas, o lounge com balanço para o descanso, e as redes para o silêncio acolhedor.

A originalidade surge nos detalhes — vasos adornados com cachos de palmeira e um lustre artesanal, feito de formas de bolo e aro de moto, que sustenta plantas suspensas em delicada queda.

Mais que um jardim, é um espaço de união e equilíbrio, onde a simplicidade da natureza se transforma em elo vital entre afeto e essência.

Ambiente 07 – Raízes do Brasil: Entre Folhas e Areias!

Gisele Oliveira, botânica e paisagista, e Luiza Bueno de Souza, arquiteta e paisagista, evidenciam um jardim que é um passeio pelas veias verdes do Brasil. De um lado, Lençóis Maranhenses e Cerrado se revelam com suas bacias de aguapé, estrelinhas e areia viva; do outro, a Mata Atlântica abraça com sombras generosas e folhagens fartas.

Inspirado por viagens e expedições, o projeto celebra a fusão entre natureza e cultura popular, unindo biodiversidade e tradições artesanais. Cerca de vara, elaborada com galhos secos, une-se a kokedamas, ilustrações botânicas, mobiliário artesanal e gravuras que resgatam a arte botânica de Margaret Mee, transformando o espaço em um jardim vivo, afetivo e inclusivo.

Mais que um espaço verde, Raízes do Brasil é manifesto de pertencimento — onde a terra fala, a cultura floresce e cada planta carrega a alma de um país que pulsa entre folhas e areia.

Ambiente 08 – Aromas e Aconchego de Casa!

Na estreia de Paulimara Pagani Rodrigues, o jardim se torna lar e memória. Inspirado nos quintais de antigamente, abraça com aromas de ervas frescas, inspira com o toque do macramê feito à mão e o charme das kokedamas suspensas, leves como lembranças.

O sofá vintage de couro cinza convida a sentar e recordar os dias simples, quando o tempo parecia outro e o afeto habitava cada canto. Aqui, natureza e carinho se entrelaçam, lembrando que o essencial muitas vezes já vive em nós.

Móveis artesanais e peças únicas transformam o espaço em um lar sem paredes, onde cada detalhe oferece conforto, beleza e significado.

Aromas e Aconchego de Casa é experiência sensível, convite a sentir-se abraçado pela natureza, pelo perfume das memórias e pelo afeto que pulsa em cada canto.

Ambiente 09 – Jardim dos Sentidos!

Assinado por Carla Dadazio (Studio Arkhe), o Jardim dos Sentidos é uma viagem interior guiada pelos cinco sentidos. Formas, cores e texturas despertam o olhar; a água corrente embala os ouvidos; bambus, pedras e folhas convidam ao toque.

Aromas de lavanda e alecrim aquecem o olfato, enquanto frutíferas e ervas colhidas do próprio solo encantam o paladar. Entre fontes, balanço em forma de ninho e bacias aquáticas autossuficientes, o jardim se desdobra em estações de acolhimento, relaxamento e descanso — um espaço de cura e presença. A iluminação estratégica oriundo do cobogó da Zeus Revestimentos, integra beleza e funcionalidade. Enfim são itens que transforma a experiência de um jardim em algo mais profundo e memorável.

Materiais sustentáveis e reaproveitados, do bambu às luminárias artesanais, reforçam a harmonia entre natureza e criatividade. Mais que contemplar, o visitante é convidado a sentir, inspirando-se a cultivar seu próprio refúgio sensorial de bem-estar.

Ambiente 10 – Espaço Sentir: Jardim de Dentro!

Com as assinaturas de Tycillia Akane Tahara e Francisco Suelo, colaboração do Grupo Sinal Verde e Priscila Fortunato, o Jardim de Dentro é um espelho da alma, onde arte, paisagismo e afeto se entrelaçam. Afinal, foi concebido para despertar emoções e experiências sensoriais.

Destaques como a “Noite Estrelada”, releitura tátil com girassóis e pallets, ou o Relógio de Dali, em madeira e dominós, transformam o espaço em uma exposição viva de memórias. A cachoeira sustentável e a cadeira Drey, cercada por espadas-de-São-Jorge, reforçam proteção, força e poesia.

A natureza é guardiã sensível: girassóis, espadas-de-São-Jorge e tijolos ecológicos criam cenário e consciência. Mais que um jardim, é metáfora do “jardim de dentro” — intimidade, memórias, contemplação e equilíbrio.

Cada passo convida a pausar, sentir e refletir, celebrando o poder transformador de lugar íntimo de memórias afetivas, da arte e da natureza, despertando pertencimento, cuidado e esperança. Uma homenagem a Holambra

Ambiente 11 – Arquitetura Paisagística Sensível à Água: um pátio que transforma a relação com o território!

Com o projeto coletivo de Moringa Arquitetura da Paisagem, Goya Arquitetura, Satélite Studio e Jardim Vertical, o espaço revela como o paisagismo pode se conectar como jardins de chuva, verticais e suspensos, além de construções em taipa de pilão. Mostra ainda como o paisagismo pode ser sensível à água, aproveitando recursos naturais e reduzindo impactos ambientais. Com plantas nativas brasileiras, piso drenante e materiais reciclados, o ambiente inspira o visitante a repensar formas de habitar o território com consciência ecológica e integração com a natureza.

É um convite a repensar a relação entre cidade e natureza. Assinado pela arquiteta paisagista e urbanista Thais Teles Pimenta (Moringa Arquitetura da Paisagem e Urbanismo), em parceria com Nadezhda Mendes da Rocha (Satélite Studio) e Rodrigo Amaral Rocha (Goya Arquitetura), a proposta é de um jardim que escuta o planeta. Este pátio experimental transforma técnicas ancestrais — como a taipa de pilão — em soluções para o futuro, integrando estética e inteligência ecológica.

Jardins suspensos evocam a Babilônia histórica em versão contemporânea, autoirrigáveis e acolhedores. Cada elemento — da taipa artesanal aos canteiros pluviais — mostra que inovação pode nascer da tradição, tornando o espaço resiliente, funcional e inspirador.

Mais que contemplar, o visitante é convidado a sentir, refletir e agir: enxergar jardins como aliados de uma vida sustentável, capazes de unir beleza, afeto e cuidado pelo planeta.

Ambiente 12 – Office Garden!

Criado por Matheus Fernando Francisco da Cruz, da Estaleiro Arquitetura, o Office Garden nasce do cansaço e floresce como resposta ao excesso. É um manifesto por ambientes onde produtividade caminha lado a lado com bem-estar, verde e silêncio.

A ideia surgiu em meio a jornadas exaustivas, longe do sol, do ar puro e do verde. Da experiência brotou a pergunta que dá sentido ao projeto: “Se é na natureza que a alma repousa e o corpo se renova, por que insistimos em viver longe dela?”

O Office Garden derruba fronteiras entre dentro e fora transformando o escritório em um espaço onde o trabalho dialoga com o canto dos pássaros, a luz natural, a brisa e o movimento das plantas. Um lugar que desperta os sentidos: o toque das texturas, o som da água, o perfume da terra molhada e o contraste de luzes — em oposição aos estímulos artificiais que sobrecarregam a vida digital.

A sustentabilidade é o fio condutor: madeira e tijolos de demolição, blocos de isopor reaproveitados, tinta de terra e concreto ressignificado demonstram que é possível criar beleza com o simples e o descartado. A parceria com a Parafuso Provisório reforça essa proposta, com mobiliários e objetos feitos de resíduos de obra.

O paisagismo envolve os visitantes com múltiplas sensações. Entre as espécies estão calathea melancia, marantas, costela-de-adão, singônio, jabuticabeira, samambaia, lavanda, afelandra, jiboia, cactos, pimentas e dinheiro-em-penca — cores, aromas, sabores, texturas e movimento em perfeita harmonia.

Duas obras emocionam: a mesa Erros, construída com imperfeições que sustentam, e o quadro Cobertura, feito das sobras de uma casa conquistada com esforço.

Mais do que contemplação, o Office Garden é convite à transformação: borrar os limites entre casa e jardim, interior e exterior, trabalho e descanso. Um manifesto por ambientes que inspiram bem-estar, criatividade e qualidade de vida, resgatando a simplicidade essencial da natureza.

Ambiente 13 – Flor & Ser!

Com a marca dos paisagistas Fabiana Vieira e Fernando Comparoni, Flor & Ser é um convite à reconexão com a natureza por meio da biofilia. Representado por um par de asas de anjo, simboliza o cuidado invisível que a natureza oferece: enraíza os pés e eleva à alma.

Materiais reutilizados ganham nova vida — ferro-velho se transforma em arte, madeiras e MDF como restos industriais e luminárias são vida a luminárias improváveis, assim como o mobiliário rústico reforça a estética do espaço.

O paisagismo tropical combina folhagens exuberantes, como costela-de-adão, filodendros, samambaias e à imponente ravenala, com elementos rústicos de madeira, ferro, sucata e pedras. Canteiros, placas de MDF reaproveitadas e uma pira de fogueira feita de bacia evidenciam a reutiulização criativa, integrando arte e natureza.

A decoração biofílica acolhe e inspira: a rusticidade se encontra com a sutileza, enquanto as asas de anjo aparecem em diferentes pontos, lembrando que a natureza nos dá “asas para enraizar os pés e elevar à alma”.

Mais que estética, Flor & Ser é uma experiência sensorial, traduzindo biofilia em bem-estar, paz e equilíbrio. Como diz o ‘slogan’ inspirado em um ditado holandês:
“Paz para quem aqui entra e bem-estar para quem daqui sai.”

Ambiente 14 – O Jardim que não se curva!

Criado pelo Coletivo Cataia — Renato Carriti, Vanessa Vieira e Yully HollowatjO Jardim que não se curva, propõe uma reflexão sobre a relação entre humanidade e natureza, profunda. Questiona: onde termina o artificial e começa o natural?

Inspirado no Jardim Naturalista, no Jardim de Afeto, e no design biofílico-sustentável, o espaço celebra a força da biodiversidade e a memória afetiva dos jardins brasileiros cultivados por mães e avós. É um plano propositalmente maximalista criando ondas de vegetação que parecem invadir o recinto doméstico, representando a natureza, retomando seu lugar de direito.

Materiais reaproveitados reforçam o compromisso sustentável: madeira reciclada, revestimentos minerais residuais, peças garimpadas e mobiliário em upcycling. Destaques incluem a mesa Delft, inspirada em azulejos holandeses; a escrivaninha Maurice, de pranchão de árvore caída com pernas de balaústres; e o piso Hindeloopen, em micro pedrisco, exclusivo, homenagem à tradição doméstica dos Países Baixos.

A vegetação mescla espécies da Mata Atlântica, do Cerrado e plantas exóticas já presentes na cultura brasileira, criando um cenário híbrido entre o familiar e o selvagem, entre o cultivo caseiro e o resgate da floresta. Aqui, o visitante é provocado a refletir e caminhar pelo jardim.

Mais que estética, O Jardim que não se curva é manifesto: celebra a colaboração, provoca reflexão sobre sustentabilidade e lembra que a natureza não se dobra — ela existe para ser respeitada, crescer e inspirar.

Ambiente 15 – Onde eu queria estar!

Daniela Cristiane Inácio Moreno e Raquel Cury transformam o desejo de estar perto do mar em um refúgio tropical de bem-estar. Tons de areia, verde e terracota se combinam a fibras naturais, pedras e vegetação exuberante, com monstera, helicônia, bromélia e árvore-do-viajante.

O arranjo de mesa com folhagens simples inspira a levar o encanto para casa, mostrando que a beleza também reside na simplicidade.

Destaque para a banheira de imersão Salerno, da Mondialle, que acrescenta sofisticação e reforça à ideia de um recanto para relaxar corpo e mente.

Mais que um ambiente, Onde eu queria estar é convite a despertar memórias afetivas, reviver a alegria do mar e perceber que qualquer espaço pode se transformar em refúgio de bem-estar, equilíbrio e contemplação.

Ambientes 16 e 17 – Descanso!

Projetado por Mateus Ramos, Descanso é um jardim que acolhe corpo e alma. Entre lavandas, samambaias, orquídeas e antúrios, o silêncio se torna cura e a pausa, poesia.

Concebido como refúgio em meio ao ritmo urbano, o espaço traduz serenidade por meio de formas orgânicas, cores suaves e aromas que acalmam a mente.

O projeto valoriza o bem-estar, a conexão com a natureza e simplicidade dos detalhes. Revestimentos da Coleção Experiências do Grupo Fragnani Cerâmicas unem memória, sensações, inovação e aconchego, enquanto bancos de alvenaria revestidos com piso cerâmico mostram como ideias simples podem se tornar elegantes e funcionais em casa.

Mais que contemplação, Descanso convida a sentir a paz que floresce na pausa: o silêncio acolhe, os detalhes encantam e o corpo repousa, renovando forças e reconectando-se com o essencial.

Ambiente 18 – Paisagismo para o brincar com sentido!

A terapeuta ocupacional Stella de Wit cria um espaço onde natureza e infância brincam juntas. Água, areia, grama e plantas nativas formam um terreno fértil para o desenvolvimento sensorial e emocional das crianças.

Com tendências como banho de mato e waterfooting, incentiva-se a conexão com os elementos naturais e a regulação sensorial das crianças. O paisagismo prioriza plantas nativas e uma grama própria para o brincar, compondo um espaço que une liberdade e segurança.

O ponto central é a árvore literária, feita de madeira reaproveitada de uma fábrica de brinquedos, símbolo da Fantástica Fábrica das Infâncias, marca criada por Stella, que une natureza, arte e literatura.

Água, areia e grama oferecem estímulos sensoriais que equilibram e harmonizam o brincar, mostrando que a natureza é o maior recurso para a infância.

Paisagismo para o brincar com sentido inspira famílias a resgatar o valor do contato com o verde, pois o brincar na natureza é um legado intergeracional, que cria memórias significativas e uma infância mais saudável, provocadora e conectada ao essencial.

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