Polícia Civil recupera móveis furtados de imóvel rural em Holambra
Objetos estavam na residência de um casal que trabalhava como caseiro na residência da vítima

Da redação
A Polícia Civil de Holambra cumpriu mandados de busca e apreensão e recuperou móveis que haviam sido retirados de uma propriedade rural do município. A ação teve como alvo um casal de Artur Nogueira que trabalhava como caseiro no imóvel. Segundo a investigação, os suspeitos teriam levado os objetos ao deixarem a propriedade.
Os mandados foram expedidos pela Vara Regional das Garantias da 4ª Região Administrativa Judiciária (RAJ) – Campinas, no âmbito de um inquérito policial que apura, em tese, os crimes de furto e apropriação indébita.
De acordo com as investigações, os suspeitos trabalhavam como caseiros em um imóvel rural pertencente à vítima. Ao deixarem o local, teriam levado diversos objetos que estavam tanto na residência onde pernoitavam quanto em um segundo apartamento existente na propriedade.
O primeiro mandado foi cumprido em um endereço de Artur Nogueira. A equipe foi recebida pelos investigados, que, após serem informados sobre a ordem judicial, permitiram a realização das buscas, sem necessidade do uso de força.
No imóvel, os policiais localizaram diversos móveis, entre eles mesas, cadeiras, sofá, cama, baú e estante, previamente indicados pela vítima. Por meio da filha, a vítima recebeu fotografias dos objetos e os reconheceu como sendo de sua propriedade. Ela também apresentou imagens e vídeos que, segundo a investigação, mostram parte dos bens na propriedade rural antes de os investigados passarem a residir no local.
Os investigados alegaram que os objetos pertenciam a eles, afirmando que alguns teriam sido adquiridos anteriormente e outros recebidos como doação da própria vítima. Diante da situação, os itens reconhecidos foram formalmente apreendidos e entregues provisoriamente à vítima, na condição de fiel depositária.
A medida foi adotada diante da alegação dos investigados de que parte dos objetos seria de sua propriedade e de que apresentariam posteriormente documentos ou outros elementos para comprovar a origem dos bens. Até o momento, segundo a Polícia Civil, essa comprovação não foi apresentada.
O segundo mandado foi cumprido em outro endereço de Artur Nogueira. O pai da investigada autorizou a entrada dos policiais no imóvel, mas nenhum objeto relacionado aos fatos investigados foi localizado.
Foram elaborados os autos de reconhecimento e de depósito, e o inquérito policial continua em andamento para esclarecer as circunstâncias dos fatos.
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