08/09/2025

A tradição equestre marca os 71 anos da “Cidade do Cavalo”

Com raízes ligadas ao campo e ao universo sertanejo, município construiu identidade cultural e econômica em torno do cavalo

Daniel Sabino

Jaguariúna completa 71 anos de emancipação político-administrativa em setembro de 2025 e, ao longo de sua história, consolidou-se como a “Cidade do Cavalo”. O título não é por acaso: além de abrigar o tradicional Rodeio de Jaguariúna, considerado um dos maiores do país, o município tornou-se referência em eventos equestres, haras e atividades ligadas ao universo sertanejo.

A forte presença do animal na cultura local está diretamente ligada às origens da cidade. Com a economia voltada inicialmente para a agricultura e a pecuária, o cavalo desempenhou papel essencial no transporte, no trabalho rural e, mais tarde, no lazer e nas competições.

Hoje, Jaguariúna é palco de grandes provas equestres, como hipismo, apartação e tambor, atraindo competidores de todo o Brasil. O setor movimenta a economia por meio do turismo, do comércio especializado e dos criadores que fazem da cidade uma vitrine nacional.

Segundo historiadores, o título de “Cidade do Cavalo” simboliza não apenas a relação prática e esportiva, mas também um patrimônio cultural que reforça a identidade do município. “O cavalo está no coração da história de Jaguariúna. É parte da nossa tradição e continua sendo um elo entre passado, presente e futuro”, destaca um pesquisador local.

Assim, ao comemorar 71 anos, Jaguariúna celebra não apenas sua emancipação, mas também a força de um símbolo que a tornou reconhecida em todo o Brasil.


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