Mulher é presa em Jaguariúna com moto adulterada
O homem, apontado como proprietário da motocicleta e pai da indiciada, admitiu ter adquirido o veículo recentemente. Ele também afirmou que tinha conhecimento de que a numeração do chassi havia sido raspada

Redação
Na tarde desta terça-feira (25) uma mulher de 29 anos foi presa em flagrante após ser abordada por Guardas Municipais conduzindo uma motocicleta que apresentava sinais identificadores adulterados. Ação aconteceu no rua Mangueira no bairro Roseira de cima em Jaguariúna.
Segundo registro policial, abordagem ocorreu nas proximidades da entrada do bairro Roseira de Cima, durante patrulhamento preventivo. Segundo os Guardas Municipais, a equipe recebeu um alerta do sistema Sentry indicando uma possível adulteração dos sinais identificadores de uma motocicleta que ostentava uma placa.
Diante da informação, os agentes realizaram diligências e localizaram o veículo. Durante a abordagem, a condutora foi questionada informalmente sobre a procedência da motocicleta. Ela informou que o veículo pertencia ao pai e que seria proveniente de leilão, mas não apresentou documentos que comprovassem a origem.
Na vistoria preliminar, os guardas constataram que a motocicleta não apresentava numeração aparente no chassi e no motor, além de a placa estar adulterada.
Posteriormente, compareceu ao local o pai da condutora, de 50 anos, que declarou ser o proprietário da motocicleta. Ele relatou ter adquirido o veículo aproximadamente duas semanas antes de um homem, residente nas proximidades de sua barbearia.
O homem admitiu ter adquirido o veículo recentemente e afirmou que tinha conhecimento de que a numeração do chassi havia sido raspada.
Segundo ele, sua intenção era desmontar a motocicleta para aproveitar as peças na montagem de outro veículo, juntamente com componentes que ainda pretendia adquirir. Ele afirmou ainda que o vendedor teria informado que a motocicleta era proveniente de leilão e que permanecia parada havia aproximadamente 15 anos.
A condutora declarou que a motocicleta havia sido adquirida recentemente pelo pai e que era ela quem habitualmente utilizava o veículo. A mulher afirmou desconhecer eventuais irregularidades relacionadas aos sinais identificadores ou à documentação e disse que, naquela data, utilizava a motocicleta exclusivamente para se deslocar ao trabalho.
Diante da ausência de documentação que comprovasse a origem do veículo e da constatação de irregularidades nos sinais identificadores, os envolvidos foram encaminhados à unidade policial para as providências de polícia judiciária.
Após serem ouvidos e cientificados dos direitos constitucionais, os envolvidos apresentaram suas versões dos fatos.
Diante dos elementos apresentados, foi decretada a prisão em flagrante da condutora. Em relação ao pai, não foi reconhecida situação flagrancial naquele momento, uma vez que a aquisição da motocicleta havia ocorrido aproximadamente duas semanas antes.
A motocicleta foi apreendida e encaminhada ao Pátio Amaral para as providências cabíveis.
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