Paulínia registra mais de 21,7 mil contratações no primeiro semestre
Município registrou saldo positivo de 130 vagas formais no período, impulsionado principalmente pelo setor de Serviços

Paulínia registrou saldo positivo de 110 empregos formais no período analisado pelo Novo Caged. Segundo dados do Painel do Novo Caged, foram contabilizadas 19.079 admissões e 18.969 desligamentos, resultando na abertura líquida de 110 postos de trabalho com carteira assinada.
Somadas as contratações e demissões, foram 38.048 movimentações no mercado de trabalho formal do município.
O estoque mensal de trabalhadores com vínculo formal chegou a 56.979 profissionais, com variação relativa de 0,19% no período.
Serviços lideram geração de vagas
Entre os grandes grupamentos de atividades econômicas, o setor de Serviços apresentou o maior saldo positivo. Foram 7.439 admissões e 7.030 desligamentos, resultando na abertura de 409 postos de trabalho. O estoque do setor chegou a 22.351 trabalhadores, com variação relativa de 1,86%.
O Comércio também terminou o período com saldo positivo. Foram 3.574 admissões e 3.517 desligamentos, com resultado de 57 novas vagas. O setor possui estoque de 9.210 trabalhadores e variação relativa de 0,62%.
Na Agropecuária, foram registradas 27 admissões e 26 desligamentos, gerando saldo de uma vaga. O setor reúne 196 trabalhadores e apresentou variação relativa de 0,51%.
Indústria e Construção têm saldo negativo
A Indústria apresentou o maior saldo negativo entre os setores analisados. Foram 2.708 admissões contra 2.912 desligamentos, resultando em uma redução de 204 postos de trabalho. O estoque do setor ficou em 13.538 trabalhadores, com variação relativa de -1,48%.
Na Construção, foram registradas 5.331 admissões e 5.484 desligamentos, com saldo negativo de 153 vagas. O setor possui estoque de 11.684 trabalhadores e apresentou variação relativa de -1,29%.
Dados por setor
| Setor | Admitidos | Desligados | Saldo | Tempo médio de emprego dos desligados | Estoque | Variação |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Serviços | 7.439 | 7.030 | +409 | 17,9 meses | 22.351 | +1,86% |
| Comércio | 3.574 | 3.517 | +57 | 15,2 meses | 9.210 | +0,62% |
| Agropecuária | 27 | 26 | +1 | 41,3 meses | 196 | +0,51% |
| Construção | 5.331 | 5.484 | -153 | 10,4 meses | 11.684 | -1,29% |
| Indústria | 2.708 | 2.912 | -204 | 25,5 meses | 13.538 | -1,48% |
| Total | 19.079 | 18.969 | +110 | 16,4 meses | 56.979 | +0,19% |
Tempo de permanência
Os dados também mostram diferenças no tempo médio de permanência dos trabalhadores desligados. A Agropecuária apresentou a maior média, com 41,3 meses, seguida pela Indústria, com 25,5 meses.
Na outra ponta, a Construção registrou a menor média, de 10,4 meses. O Comércio apresentou média de 15,2 meses e o setor de Serviços, 17,9 meses.
Considerando todos os setores, o tempo médio de emprego dos trabalhadores desligados em Paulínia foi de 16,4 meses.
Os números mostram que o mercado formal de Paulínia terminou o período com saldo positivo, impulsionado principalmente pelos setores de Serviços e Comércio. Em sentido contrário, as perdas registradas na Indústria e na Construção reduziram o resultado líquido do município.
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