Saúde de Sumaré promove encontro sobre acolhimento e prevenção ao suicídio para servidores
Evento integra ações do Setembro Amarelo e reforça cuidado com a saúde mental dos trabalhadores e da comunidade

Da redação
A Secretaria Municipal de Saúde de Sumaré, em parceria com as equipes da eMult (Equipes Multiprofissionais na Atenção Primária) e do DAPS (Departamento de Atenção Primária à Saúde), realizou na última quarta-feira (24), no Centro Administrativo de Nova Veneza, um encontro especial voltado aos servidores da rede municipal.
A iniciativa fez parte da programação do Setembro Amarelo, mês dedicado à valorização da vida e à prevenção do suicídio. Com o tema “Acolhimento e Prevenção ao Suicídio na Atenção Primária e a Saúde Mental do Trabalhador”, o evento buscou fortalecer o compromisso do município em oferecer ambientes de trabalho mais saudáveis e de apoio emocional.
O encontro reuniu mais de 80 servidores, que participaram de palestras sobre acolhimento em saúde mental, estratégias de prevenção ao suicídio e bem-estar do trabalhador. As apresentações foram conduzidas pela enfermeira Célia Cristina Lima e pela psicóloga Roseli Mello, da eMult, além da psicóloga do trabalho e docente da PUCC, Ana Carolina Lemos, que abordou especificamente a saúde do trabalhador.
O secretário de Saúde, Rafael Virginelli, destacou a importância de cuidar também dos profissionais que atuam diariamente no atendimento à população.
“Esse encontro com os profissionais da saúde é essencial para cuidarmos também de quem cuida. Muitas vezes, esquecemos que os colaboradores da saúde também precisam de atenção e de um espaço de escuta para compartilhar suas dificuldades”, afirmou.
Ações com estudantes
As atividades do Setembro Amarelo seguiram no dia seguinte (25), quando a equipe da eMult promoveu palestras psicoeducativas na Escola Municipal Nilza Tomazin, no Matão. Cerca de 80 alunos do 8º ano, com idades entre 13 e 16 anos, participaram do encontro, que trouxe orientações sobre prevenção ao suicídio e incentivo à busca por ajuda.
Durante a conversa, foram abordados temas como violência doméstica, bullying, cyberbullying, jogos online, uso abusivo de substâncias e de internet — fatores de risco para a saúde mental dos adolescentes. Também foram apresentados os chamados fatores protetivos, como bons relacionamentos familiares, prática de esportes, engajamento em atividades comunitárias e a construção de um projeto de vida.
Segundo a enfermeira Célia Cristina Lima, os estudantes participaram ativamente da roda de conversa e demonstraram interesse em compartilhar suas experiências e desafios nos relacionamentos familiares e escolares.
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