Início da operação da Rota Mogiana reacende previsão de ciclovia entre Artur Nogueira, Holambra e Posse
Governo de SP voltou a citar a implantação de ciclovia na SP-107 ao anunciar o início da concessão, no último domingo (1); trecho de 25 km já havia sido previsto no edital

Da redação
A entrada em operação da concessionária Rota Mogiana, no último domingo (1º), voltou a colocar em pauta a construção da ciclovia entre Artur Nogueira, Holambra e Santo Antônio de Posse. A implantação da estrutura foi mencionada pelo Governo de São Paulo durante o anúncio do início da concessão, como parte das melhorias nas rodovias administradas pela empresa.
Em publicação feita pelo Governo Estadual, a ciclovia na Rodovia Prefeito Aziz Lian (SP-107), que passa por Artur Nogueira, Holambra, Jaguariúna e Santo Antônio de Posse, foi novamente mencionada pela Rota Mogiana.
A previsão retoma um projeto que já havia sido apresentado em abril deste ano, quando o edital de concessão da Rota Mogiana indicou a construção de uma ciclovia de aproximadamente 25 quilômetros na SP-107, ligando Artur Nogueira a Santo Antônio de Posse, passando por Holambra.
Na ocasião, a Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI) informou que o trajeto começaria na saída de Artur Nogueira em direção a Holambra, atravessaria o município e seguiria até a entrada de Posse. O investimento estimado para esse trecho era de R$ 30 milhões.
Em agosto, durante uma coletiva de imprensa em Holambra, o governador Tarcísio de Freitas voltou a mencionar a ciclovia ao anunciar intervenções na SP-107, incluindo a duplicação da rodovia.
Na ocasião, o Governador afirmou: “Em breve a gente vai ver essa obra acontecer”.
O que muda com o início da concessão?
Com o início das operações, a Rota Mogiana assumiu a gestão de aproximadamente 520 quilômetros de rodovias estaduais. A concessionária passa a responder pela operação, conservação, monitoramento e atendimento aos usuários da malha rodoviária.
Segundo o Governo de São Paulo, o contrato prevê R$ 9,4 bilhões em investimentos ao longo de 30 anos, distribuídos entre 22 municípios. Para os dois primeiros anos, estão previstos R$ 544,2 milhões em intervenções.
Na prática, o início da operação marca a transferência da administração das rodovias para a concessionária e o começo da execução do contrato. Isso inclui as melhorias previstas no projeto, entre elas a ciclovias.
Contudo, vale destacar que o cronograma específico de implantação do trecho da SP-107 não foi detalhado na publicação do Governo Estadual.
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