Ultrassom morfológico do 1° trimestre: entenda como a Dra. Graciele Noronha realiza o exame
Com formação especializada em ultrassonografia obstétrica e medicina fetal, a Dra. Graciele Noronha conduz procedimento com foco na precisão diagnóstica e no acompanhamento individualizado de cada gestante
Imagem: Portal On
Um dos exames mais importantes da gestação, o ultrassom morfológico do primeiro trimestre é realizado entre a 11ª e a 13ª semana e 6 dias e oferece um panorama detalhado do desenvolvimento do bebê ainda no início da gravidez. Com formação especializada em ultrassonografia obstétrica e medicina fetal, a Dra. Graciele Noronha conduz esse exame com foco na precisão diagnóstica e no acompanhamento individualizado de cada gestante.
“Nele avaliamos a formação dos órgãos internos do bebê, o risco de pré-eclâmpsia, o risco de cromossomopatias, sendo a síndrome de Down a mais comum entre elas, além do risco de restrição de crescimento precoce e cardiopatias congênitas”, explica a médica.
O QUE É A SÍNDROME DE DOWN? (Por drauziovarella.uol.com.br)
Síndrome de Down, ou trissomia do cromossomo 21, é uma alteração genética causada por uma divisão celular atípica durante a divisão embrionária. As pessoas com a síndrome, em vez de dois cromossomos no par 21 (o menor cromossomo humano), possuem três. Não se sabe por que isso acontece. As pessoas apresentam características como olhos oblíquos, rosto arredondado, mãos menores e comprometimento intelectual.
Uma avaliação completa desde o início da gestação
Na prática da Dra. Graciele, o exame morfológico do primeiro trimestre é realizado em conjunto com o doppler das artérias uterinas, recurso que amplia a capacidade de identificar riscos como a pré-eclâmpsia antes que ela se manifeste. Essa abordagem integrada é possível graças à sua dupla formação: especialista em Ginecologia e Obstetrícia e em Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia, além de pós-graduação em Medicina Fetal.
Durante o exame, são avaliadas as medidas corporais do bebê (cabeça, tórax, abdômen e fêmur), os batimentos cardíacos fetais, a posição da placenta e o volume do líquido amniótico. A análise de marcadores como a translucência nucal e a presença do osso nasal permite estimar o risco para síndromes genéticas. Anomalias estruturais graves, como anencefalia e defeitos na parede abdominal, também podem ser identificadas nesse momento.
“Nele [exame morfológico de primeiro trimestre], avaliamos a formação dos órgãos internos do bebê, o risco de pré-eclâmpsia, o risco de cromossomopatias, sendo a síndrome de Down a mais comum entre elas, além do risco de restrição de crescimento precoce e cardiopatias congênitas“ – Graciele Noronha
Como o exame é realizado
O ultrassom morfológico do primeiro trimestre pode ser feito por via abdominal ou transvaginal, a depender da semana gestacional e da qualidade das imagens obtidas. A Dra. Graciele determina a melhor abordagem em cada caso, priorizando o detalhamento das informações necessárias para um diagnóstico seguro.
E o sexo do bebê?
Embora não seja o foco do exame, em alguns casos é possível estimar o sexo com base no ângulo do tubérculo genital. A confirmação mais precisa costuma ocorrer no ultrassom morfológico do segundo trimestre, entre a 20ª e a 24ª semana.
ENTRE EM CONTATO COM A DRA. GRACIELE
A Dra. Graciele Noronha atende na Clínica Essence, que fica localizada na Rua São Sebastião, 405, esquina com a Sete de Setembro. Para agendar uma consulta, entre em contato com o número (19) 99824-9651.
A Dra. Graciele Noronha é ginecologista e ultrassonografista, com residência médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Maternidade Odete Valadares (BH) e especialização em Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital Municipal Odilon Behrens (BH). Possui títulos de especialista pela FEBRASGO e pelo Colégio Brasileiro de Radiologia, além de pós-graduação em Medicina Fetal pela FMFLA-Academy em parceria com The Fetal Medicine Foundation. CRM 244042.
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